Foto:Norma Novais
Era uma vez umas risadas e águas compartilhadas.
Era uma vez um coco verde no alpendre.
Era uma vez um coco verde a espera de pedaços de rapaduras.
Borboletas fazendo toques de lirismos. Elas saem por aí andarilhas feito os poetas ... beijando flores, beijando a arte. Deixo aqui flores e poemas.
Foto:Norma Novais
Era uma vez umas risadas e águas compartilhadas.
Era uma vez um coco verde no alpendre.
Era uma vez um coco verde a espera de pedaços de rapaduras.
Foto: Gracinha Novais
é quem primeiro nos acolhe
na chegada do jardim
daquela casa serrana do Sítio Saco.
Este jasminzeiro, em dezembro redobra a saudade
por exalar o perfume que era tão dela
.
A dupla sensação de amor:
a existência do jasminzeiro,
o aroma do jasminzeiro,
é a presença dela, enraizada e inalada.
É uma saudade falante na sabedoria da natureza.
É uma dupla saudade filha do amor cultivado.
Que exista o jasminzeiro, que eu inale o seu cheiro,
que eu sinta a saudade.
Saudade filha do amor.
Amor que sabiamente a abranda.
Sítio Saco - Porteiras-CE.
Foto: Janine Novais
Tropecei nas imperfeições do amor.
Esqueci da fugacidade desta vida.
Faço o difícil caminho de volta,
de regar a terra sequiosa,
de adubá-la,
de fazê-la brotar pela renovada capacidade de
amar e ser amada.